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Dentista para os mais carenciados

Dentista para os mais carenciados

Apoio destina-se a desempregados, emigrantes e refugiados.

Dentista para os mais carenciados

Saúde e Bem-estar

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07.12.2021 às 15h55

SIC Notícias

O grande vencedor do Prémio Maria José Nogueira Pinto é um projeto que tem como objetivo melhorar a saúde oral das populações mais carenciadas.

Chama-se “CASO” e é uma iniciativa da IPSS Mundo a Sorrir.

O projeto nasceu no Porto, há 12 anos, e só na Cidade Invicta já ajudou mais de cinco mil pessoas. Entretanto já foi alargado a outros concelhos.

A saúde oral é um dos indicadores de desenvolvimento de um país. Em Portugal, 32% da população não vai ao dentista ou vai apenas em caso de urgência e só 31% tem a dentição completa.

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Dentistas do Bem vão tratar jovens carenciados

Os Dentistas do Bem chegaram ao interior norte de Portugal sendo a vila de Mogadouro a primeira localidade desta região a acolher este serviço prestados por médicos dentistas voluntários que vão realizar consultas dentárias a criança e jovens carenciados.

Dentistas do Bem vão tratar jovens carenciados

“É importante chegar ao interior do país. Ainda não tínhamos conseguido ativar o projeto no Interior Norte e assim Mogadouro é primeira localidade desta região a acolher a nossa iniciativa”, disse à Lusa Carla Graça, representante da Turma do Bem.

A Turma do Bem é uma Organização Não Governamental (ONG), cujo principal projeto é o Dentista do Bem, quer começar o ano de 2014 a espalhar sorrisos de norte a sul de Portugal, e “escolheu” Mogadouro para ajudar a descentralizar o projeto que até agora ainda não tinha chegados aos distritos de Bragança, Vila Real ou Guarda.

Em Mogadouro, foram selecionados 20 jovens do agrupamento de Escolas local, dos quais os que mais necessitam de tratamento serão “adoptados” dos 11 até aos 18 anos por um Dentista do Bem que acompanhará e fará todo o tratamento necessário.

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“A ideia do projeto passa por tratar crianças e jovens que noutras situações não tinham possibilidades de fazer este tipo de consulta e acompanhamento dentário”, acrescentou a responsável.

Para Irene Louçano, presidente do Agrupamento de Escola de Mogadouro, esta iniciativa “é de louvar”, já que se nota que há “necessidades “que têm se ser colmatadas.

Agora, a responsável gostaria de ver a medida” mais alargada” e que pudesse servir a mais alunos, já que de momento só foram selecionados 20 adolescentes.

Os tratamentos são feitos gratuitamente nos consultórios dos cerca de 480 médicos dentistas que aderiram à iniciativa: os Dentistas do Bem.

Já Maurico Colpas Trigo, o coordenador local dos Dentistas do Bem, refere que para além de ser um “desafio” é um projeto que envolve “socialmente crianças e jovens que estão em idade de ter uma boa saúde dentária”.

“O facto de começar a ser um projeto descentralizado é porque acreditamos que a iniciativa terá de vista num contexto mais abrangente que não inclua só as cidades do litoral”, enfatizou o médico dentista.

As crianças e os jovens são escolhidos durante uma triagem que é realizada por um profissional de saúde e um elemento da Turma do Bem, os quais se deslocam a instituições e escolas para averiguar quem precisa de cuidados dentários e não os pode pagar.

Atualmente, a rede de Dentistas do Bem em Portugal soma cerca de 480 médicos voluntários, que já atendem mais de 1300 jovens.

“A ideia é criar nos próximos tempos uma rede de 500 médicos dentistas para assim conseguirmos chegar as mais crianças e jovens carenciados”, frisou.

A nível mundial, mais de 41.000 jovens recebem os préstimos dos já mais de 15.000 dentistas do bem, fazendo do projeto a maior rede de voluntariado especializado do mundo, revelou a organização.

Dentistas tratam dentes de graça aos carenciados

A população mais carenciada tem, desde ontem e até amanhã, possibilidade de tratar gratuitamente os dentes na Faculdade de Medicina Dentária, em Lisboa.

Dentistas tratam dentes de graça aos carenciados

A iniciativa contou no ano passado com a adesão de 220 pessoas: para este ano são aguardadas 300 inscrições, disse ao CM Dário Vilela, secretário da FMD. Por sua vez, o director da Faculdade, João Aquino, referiu que o tratamento de cáries e a extracção de dentes serão os principais trabalhos que vão ser desenvolvidos nos três dias.

“Há também necessidades de próteses, mas infelizmente não temos possibilidades de o fazer”, acrescentou. Cátia Gonçalves, 23 anos, foi uma das pacientes que aderiu à acção. “Sou mãe solteira e ganho 520 euros. Só assim consigo tratar os dentes”, disse.

Abriu o Centro de Apoio à Saúde Oral para pessoas carenciadas em Cascais

No passado dia 29 de outubro foi inaugurada, pela Câmara Municipal de Cascais, a Academia da Saúde de Alcabideche, onde se insere o Centro de Apoio à Saúde Oral (CASO).

Abriu o Centro de Apoio à Saúde Oral para pessoas carenciadas em Cascais

No passado dia 29 de outubro foi inaugurada, pela Câmara Municipal de Cascais, a Academia da Saúde de Alcabideche, onde se insere o Centro de Apoio à Saúde Oral (CASO). O projeto CASO Cascais, desenvolvido pela ONG Mundo A Sorrir, pretende disponibilizar tratamentos médico-dentários e acompanhamento psicossocial às populações em situação de vulnerabilidade socioeconómica.

Em comunicado, Mariana Dolores, Presidente da ONG Mundo A Sorrir, refere que a parceria entre a Mundo A Sorrir e a Câmara Municipal de Cascais surgiu em 2010 e “tem sido um orgulho enorme trabalhar com uma autarquia inovadora, que se envolve de forma exemplar com a comunidade. A saúde oral e a inclusão social estão de mãos dadas na inauguração de mais um Centro de Apoio à Saúde Oral, desta vez, em Cascais”.

A clínica dentária social, situada nas instalações da Academia da Saúde de Alcabideche, será responsável pela prestação de cuidados de saúde oral à população socioeconomicamente vulnerável do município, sendo financiada na totalidade pela Câmara Municipal de Cascais.

De acordo com Frederico Almeida, Vereador com o pelouro da Saúde da Câmara Municipal de Cascais, “esta foi a quarta Academia da Saúde do concelho para dar apoio à comunidade, mas é um espaço mais abrangente que tem outras valências e parceiros, nomeadamente a Mundo A Sorrir com um gabinete que vai servir a população mais carenciada e que não tem rendimentos”.

A Presidente da Mundo A Sorrir sublinha que “esta resposta social é composta por uma equipa multidisciplinar que está entusiasmada para receber e acompanhar os utentes neste processo de reabilitação e de reintegração social”.

Através de cuidados de saúde oral, “o CASO pretende melhorar a qualidade de vida e o bem-estar dos seus utentes mas, acima de tudo, potenciar a inclusão social e gerar novas oportunidades de vida”, pode ler-se no comunicado enviado pela Mundo A Sorrir.

Atualmente, o projeto Centro de Apoio à Saúde Oral está a ser implementado nos concelhos do Porto, Braga e Lisboa, tendo beneficiado 7 752 pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconómica, realizado 87 760 tratamentos médico-dentários e 1 696 reabilitações orais.

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Já abriu o Centro de Apoio à Saúde Oral para pessoas carenciadas em Cascais

No passado dia 29 de outubro foi inaugurada pela Câmara Municipal de Cascais a Academia da Saúde de Alcabideche, onde se insere o Centro de Apoio à Saúde Oral (C.A.S.O.).

Já abriu o Centro de Apoio à Saúde Oral para pessoas carenciadas em Cascais

O projeto C.A.S.O. Cascais, desenvolvido pela ONGD Mundo a Sorrir visa a disponibilização de tratamentos médico-dentários e acompanhamento psicossocial às populações em situação de vulnerabilidade socioeconómica. “Desde 2010 que a Mundo A Sorrir e a Câmara Municipal de Cascais são parceiras e tem sido um orgulho enorme trabalhar com uma autarquia inovadora, que se envolve de forma exem- plar com a comunidade. A saúde oral e a inclusão social estão de mãos dadas na inauguração de mais um Centro de Apoio à Saúde Oral, desta vez, em Cascais.”, destacou Mariana Dolores, presidente da ONG Mundo A Sorrir. A clínica dentária social, situada nas instalações da Academia da Saúde de Alcabideche, será responsável pela prestação de cuidados de saúde oral à população socioeconomicamente vulnerável do município, sendo financiada na totalidade pela Câmara Municipal de Cascais. “Esta foi a quarta Academia da Saúde do concelho para dar apoio à comunidade, mas este é um espaço mais abrangente, que tem outras valências e parceiros, nomeadamente a Mundo A Sorrir com um gabinete que vai servir a população mais carenciada e que não tem rendimentos, com o apoio da Câmara”, referiu Frederico Almeida, vereador com o pelouro da Saúde da Câmara Municipal de Cascais.

Mais informações: https://www.mundoasorrir.org/pt/ 

Dentistas do Bem tratam “de graça” bocas a jovens carenciados

Crianças e jovens sem escovar os dentes por falta de dinheiro para a pasta e famílias que partilham uma só escova são situações com que os Dentistas do Bem se deparam nas consultas gratuitas que oferecem aos mais desfavorecidos.

© Lusa

10:47 – 17/02/13 porLusa

PaísSaúde

Há dois anos em Portugal, a Turma do Bem – uma organização criada no Brasil que proporciona cuidados dentários às crianças e jovens carenciados nesse país, na América Latina e em Portugal – já realizou tratamentos a mil jovens.

Os tratamentos são feitos gratuitamente nos consultórios dos cerca de 400 médicos que aderiram à iniciativa: os Dentistas do Bem.

As crianças e os jovens são escolhidos durante uma triagem que é realizada por um profissional de saúde e um elemento da Turma do Bem, os quais se deslocam a instituições e escolas para averiguar quem precisa de cuidados dentários e não os pode pagar.

A agência Lusa acompanhou uma dessas visitas ao Lar António Luís Oliveira, uma instituição que acolhe irmãos, dos três aos 18 anos, enviadas pelos tribunais e provenientes de famílias desestruturadas.

A visita da Dentista do Bem Virgínia Milagre foi recebida com euforia e vários foram os jovens que se prontificaram a abrir a boca e a ouvir a “sentença” da médica.

Alguns já estão a ser seguidos nos consultórios destes profissionais e mostraram saber “a lição”: “Escovar os dentes a seguir às refeições”.

No final da triagem, Virgínia Milagre salientou à Lusa o esforço que a instituição tem feito para dar os melhores cuidados a estes jovens, mas foi o próprio director do Lar, António Henrique, que reconheceu que sem esta ajuda os jovens dificilmente seriam tratados.

Alguns dos tratamentos passam por intervenções cirúrgicas e a colocação de aparelhos que são proporcionados gratuitamente.

António Henrique frisa que estes cuidados são ainda mais importantes, tendo em conta a aproximação da idade para os jovens entrarem no mundo laboral.

“Tentamos que estes jovens tenham cursos profissionais para serem integradas no mercado de trabalho e sabemos que os entrevistadores têm em atenção a sua postura e também a sua dentição”, disse.

Daniel, de 16 anos, um dos jovens prestes a procurar emprego, receava não conseguir concretizar o seu sonho de “servir às mesas” por causa do mau estado em que tinha a dentição.

Virgínia Milagre ainda se lembra quando o Daniel se sentou na sua cadeira de dentista: “Ele vinha num estado deplorável, com cáries, raízes retidas. É um indivíduo que tem vindo pontualmente, não falta e cumpre o programa. Tem parte do tratamento feito, mas ainda muito para fazer”.

A intervenção no Daniel visou, inicialmente, aumentar a sua auto-estima: “É a fachada, o Bilhete de Identidade, o sorriso dele”.

Apesar de confessar que ficou surpreendido com tão elevado número de visitas ao dentista, Daniel é hoje um jovem agradecido e com “mais um motivo para sorrir”.

A dentista sente-se reconhecida ao ver o antes e o depois, um final feliz que não apaga a lembrança dos casos graves com que esta profissional se depara nas triagens.

“A situação das crianças é má. Trabalhamos num meio em que procuramos crianças desfavorecidas, sem cuidados higiénicos. Alguns disseram-nos que não tinham escova nem dentífrico porque não tinham dinheiro ou que a escova era para a família toda”, contou.

Camila Carnicelli, gestora da Turma do Bem em Portugal, sublinha a generosidade dos dentistas portugueses, sem a qual estes mais de mil jovens não teriam certamente acesso a cuidados de saúde oral.

Em Portugal, foi surpreendida com a quantidade de jovens que, aos 12 anos, já não têm dentes definitivos.

“É uma realidade muito dura e muito difícil. Simplesmente eles arrancam os dentes, pois têm dores e não têm dinheiro para os tratar”.

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Referência:
sicnoticias.pt
www.dn.pt
www.cmjornal.pt
www.saudeoral.pt
www.jornaldentistry.pt
www.noticiasaominuto.com

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