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Sindicatos dos enfermeiros marcam greve para a primeira semana de novembro

Enfermeiros marcam semana de greve para novembro » Jornal Opinião Pública

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Enfermeiros marcam greve nacional de quatro dias em janeiro

Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) quer que Governo ″emita orientações para a justa contagem dos pontos para efeitos de progressão″.

Enfermeiros marcam greve nacional de quatro dias em janeiro

Concentração de enfermeiros em protesto no hospital de São João, no Porto, 11 de outubro de 2018. Convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), pelo Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM), pelo Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal (SINDEPOR) e Associação Sindical Portuguesa dos Enfermeiros (ASPE) para exigir ao Governo uma nova proposta de revisão das carreiras. A greve teve início no dia 10 e prossegue nos dias 11, 16,17, 18 e 19 de outubro. JOSÉ COELHO/LUSA

© LUSA

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) marcou hoje uma nova greve nacional de quatro dias, em janeiro, para exigir ao Governo decisões sobre a progressão na carreira, reclamadas por aqueles profissionais de saúde.

“Será uma greve nacional de quatro dias, a concretizar na quarta semana de janeiro, de forma desconcentrada no âmbito regional das ARS [Administrações Regionais de Saúde] e em todos os dias haverá expressão de rua”, disse aos jornalistas José Carlos Martins, presidente do SEP.

A greve será convocada para exigir que o Governo “emita orientações para a justa contagem dos pontos para efeitos de progressão e pague o suplemento [remuneratório] a todos os enfermeiros especialistas”, adiantou o dirigente do SEP.

Em declarações à margem de uma reunião que esta quarta-feira juntou, em Coimbra, cerca de uma centena de dirigentes e delegados sindicais, José Carlos Martins avisou que “para uma negociação séria das questões da carreira é determinante que estas questões estejam resolvidas e intolerável que o Governo não resolva”.

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A Comissão Negociadora Sindical dos Enfermeiros (CNESE), composta pelo SEP e pelo Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM), já tinha rompido negociações com o Governo na terça-feira.

O SEP não tem relação com a greve cirúrgica que decorre desde 22 de novembro e se prolonga até ao final do ano, afetando as cirurgias programadas nos blocos operatórios de cinco dos principais hospitais do país.

Na terça-feira, a Federação Nacional dos Sindicatos dos Enfermeiros (FENSE) cancelou, por sua vez, uma greve marcada para os dias 26, 27 e 28 de dezembro.

A ministra da Saúde recebe os sindicatos de enfermeiros na sexta-feira.

Enfermeiros marcam greve para 28 e 29 de Julho

Banco Carregosa

Enfermeiros marcam greve para 28 e 29 de Julho

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Trabalhadores dos SAMS marcam greve para 27 de novembro

Os trabalhadores querem pressionar o Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas a retomar as negociações das convenções coletivas.

Trabalhadores dos SAMS marcam greve para 27 de novembro

Os trabalhadores dos Serviços de Assistência Médico-Social (SAMS) marcaram esta segunda-feira uma greve para dia 27 de novembro para pressionar o Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI) a retomar as negociações das convenções coletivas.

Rui Marroni, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), disse à agência Lusa que os pré-avisos de greve foram emitidos esta segunda-feira, dando cumprimento à decisão que os trabalhadores tomaram em plenários realizados na última semana.

A greve foi convocada por sindicatos da CGTP, UGT e independentes, que representam médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico, auxiliares e administrativos, que trabalham nos SAMS, que são propriedade do SBSI.

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Segundo os sindicatos, o conflito surgiu porque a direção do SBSI interrompeu os processos de conciliação a decorrer no Ministério do Trabalho, com o objetivo “de provocar a caducidade dos Instrumentos de Regulamentação Coletiva de Trabalho (IRCT) em vigor”.

Os representantes dos trabalhadores dos SAMS pediram entretanto reuniões “com caráter de urgência” à direção do SBSI, ao ministro do Trabalho e à Inspetora-Geral do Trabalho (ACT), para tentar desbloquear a situação.

No dia da greve os trabalhadores dos SAMS vão também manifestar o seu descontentamento na rua com uma manifestação.

Os SAMS empregam 1.300 trabalhadores com vínculo e várias centenas de pessoas com avenças ou como independentes.

Referência:
opiniao-publica.pt
www.tsf.pt
www.bancocarregosa.com
www.dinheirovivo.pt

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