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Faltou ao Benfica instinto assassino

Real Madrid tramando swoop de verão para Dominic Calvert

Real Madrid tramando swoop de verão para Dominic Calvert-Lewin Real Madrid

Real Madrid tramando swoop de verão para Dominic Calvert

Real Madrid empresário de olho em um reencontro com Calvert Lewin no Santiago Bernabeu.

Real Madrid passos o caminho alegadamente preparando uma investida de verão para Everton grevista Dominic Calvert-Lewin

Los Blancos nomeou Carlo Ancelotti como seu novo gerente depois de Zinedine Zidane deixou o cargo, e agora o chefe italiano está de olho no reencontro com o talentoso atacante inglês.

O relatório também acrescenta que Madrid está considerando uma mudança de £ 50 milhões. Toffees poderia aceitar a oferta devido à crescente crise financeira.

Dominic Calvert-Lewin se estabeleceu como um dos melhores atacantes da Premier League desde então Carlo Ancelotti assumiu, somando cerca de 30 gols nas últimas duas temporadas.

O ex-técnico do Napoli também tem grande consideração pelo jogador de 24 anos, que o descreveu anteriormente como um atacante completo.

Calvert-Lewin está atualmente com a seleção da Inglaterra no Euro 2020, jogando o segundo violino para o atacante titular de Gareth Southgate Harry Kane.

Real Madrid estão prontos para fazer um movimento de £ 50 milhões por Dominic Calvert-Lewin, afirma o The Sun 💰💰Um reencontro com Carlo nas cartas? 🤝 pic.twitter.com/SRah65oOeL

Novo Real Madrid O técnico Carlo Ancelotti pode contar com seu ex-clube, Everton, em um esforço para trazer o atacante Dominic Calvert-Lewin para o Bernabéu, relata o Sun.

O Real Madrid parece estar a planear uma reformulação para o verão, com Ancelotti ao leme. Ancelotti estará em busca de reforços de ataque após o decepcionante 2020/ 21 temporada.

Real Madrid O ataque faltou qualidade e barrou Karim Benzema, que acabou por ser o maior goleador do clube e o segundo mais pontuado em A Liga com 23 gols.

Como Benzema, Calvert-Lewin é conhecido por seu instinto assassino na caixa e por suas proezas aéreas. Resta saber se ele conseguirá suceder ao francês no longo prazo.

O clube da capital espanhola selecionou jogadores como Kylian Mbappe e Erling Haaland como alvos para o verão, mas eles parecem rebuscados, dadas as atuais circunstâncias financeiras.

Gênesis: Zeno debocha de vontade de Deus e desperta instinto assassino · Notícias da TV

Zeno (Leonardo Medeiros) sentirá na pele as consequências de debochar da vontade de Deus em Gênesis. Depois de não acreditar em Noé (Oscar Magrini), o líder da Enoque verá a chuva tomar conta da Terra e decidirá invadir a construção divina. O vilão incitará os moradores da vila a matarem

Gênesis: Zeno debocha de vontade de Deus e desperta instinto assassino · Notícias da TV

Zeno (Leonardo Medeiros) sentirá na pele as consequências de debochar da vontade de Deus em Gênesis. Depois de não acreditar na arca de Noé (Oscar Magrini), o líder da Enoque finalmente verá a chuva tomar conta da Terra e decidirá invadir a construção divina. O vilão incitará os moradores da vila a matarem o marido de Naamá (Cassia Linhares).

A revolta do devasso acontecerá no próximo capítulo da novela inédita da Record. Libertino, Zeno nunca mostrou afinco por Deus e sempre se deixou levar pelos prazeres da carne na cidade de Enoque. Para piorar, seu encontro com as forças do mal se intensificou no episódio de terça-feira (26).

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Para irritar Deus e afastar sua criação do caminho divino, Lúcifer (Igor Rickli) incitou os descendentes de Caim (Eduardo Speroni) a seguirem na perdição e se esquecerem dos preceitos ensinados pelo Criador. Nesta quarta-feira (27), Zeno obedecerá o “anjo caído” e se tornará cada mais vez mais maligno.

O líder de Enoque notará que uma chuva torrencial atingiu a cidade. Ele não ligou para as mensagens de Noé sobre o que iria acontecer com quem ficasse em terra firme durante o dilúvio: “Não é essa chuvinha que vai acabar com a gente”, disse, debochando dos planos de Deus.

Mas a situação mudará quando o inimigo do personagem de Oscar Magrini ver que a tempestade começou a piorar e está causando pânico entre os moradores. Ele decidirá tomar a construção divina e incitará uma revolta contra o escolhido de Deus.

“Vamos subir a montanha, matar Noé e tomar a arca. Vai ser agora! Se alguém aqui tem que morrer, são eles!”, decretará o personagem de Leonardo Medeiros, referindo-se ao seu rival e descendentes dele.

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Crise impõe que Presidente não se deixe influenciar pelo ruído mediático

Cavaco Silva defende que a situação do país impõe que o Presidente da República não se deixe influenciar pelo ruído mediático ou pressões, nem se deixe arrastar por pulsões emocionais ou afetar pelas tensões que surgem nos tempos de crise.

Crise impõe que Presidente não se deixe influenciar pelo ruído mediático

Cavaco Silva defende que a situação do país impõe que o Presidente da República não se deixe influenciar pelo ruído mediático ou pressões, nem se deixe arrastar por pulsões emocionais ou afetar pelas tensões que surgem nos tempos de crise.

No prefácio do livro “Roteiros VII” – que reúne as intervenções do chefe de Estado proferidas ao longo do último ano – Cavaco Silva deixa um “guião” sobre aquela que deve ser a atuação do Presidente da República em tempos de crise, sustentando que além do conhecimento rigoroso da dimensão e das razões da crise, “a obediência a uma cultura de responsabilidade” impõe ao chefe de Estado que “não se deixe influenciar pelo ruído mediático ou pelas pressões de grupos ou corporações”.

“O Presidente deve atuar de forma ponderada e sensata, com equilíbrio e racionalidade, estudando os novos e complexos dossiês que emergem do programa de emergência financeira. Não pode deixar-se arrastar por pulsões emocionais ou afetar pelas tensões que sempre emergem nos tempos de crise”, lê-se no prefácio do “Roteiros VII”, divulgado hoje, dia em que se assinala o segundo aniversário da tomada de posse de Cavaco Silva para um segundo mandato no Palácio de Belém.

Pois, continua, aqueles que “cedem à tentação da visibilidade fácil e da vaidade efémera acabam fatalmente por perder margem de manobra e capacidade de interlocução juntos dos diversos agentes políticos e sociais, os quais, em situações de crise, se colocam frequentemente em posições de antagonismo e conflito, o que reclama uma intervenção arbitral, acrescida mas discreta, do Presidente da República”.

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Além disso, na atual conjuntura de crise seria fácil tirar partido de uma magistratura que não tem responsabilidades executivas diretas para, “através de declarações inflamadas na praça pública, satisfazer os instintos de certa comunicação social, de alguns analistas políticos e de muitos daqueles que pretendem contestar as instituições”.

“Seria fácil, por exemplo, alimentar sentimentos adversos à classe política ou até à ação do Governo”, diz.

Contudo, continua, esse não é o seu entendimento do que deve ser a ação responsável de um Presidente da República, “muito menos em tempos de grave crise”.

Já na parte final do prefácio, Cavaco Silva dedica duas páginas à avaliação dos efeitos da magistratura de influência do Presidente da República, sustentando que na área política o efeito de uma determinada ação consiste na diferença entre duas situações no país, no mesmo período de tempo, com e sem essa ação.

Contudo, adverte, se há situações em que no caso da magistratura do Presidente da República é possível saber com exatidão qual seria a alternativa que vigoraria na ausência da intervenção presidencial, por exemplo quando ocorre um veto, a maior parte dos efeitos da magistratura presidencial não é “suscetível de avaliação direta e imediata”.

Esta situação, acrescenta, é acentuada se o chefe de Estado, “até para aumentar a sua capacidade de influência efetiva sobre o processo político de decisão, guarda reserva relativamente às suas intervenções junto do Governo”.

Quase em jeito de resposta às críticas que lhe têm sido feitas nos últimos meses ao seu silêncio, Cavaco Silva reitera ainda a sua aversão a “excessos de protagonismo pessoal” e o seu “apego ao superior interesse do país”.

“Num tempo dominado pelo culto do efémero e do protagonismo mediático seria porventura tentador utilizar a chefia do Estado como palco de atuação de grande efeito, buscando o engrandecimento pessoal através de intervenções mais ou menos populistas, que conquistassem simpatias do momento mas das quais nada resultaria, a não ser um grave prejuízo para o superior interesse nacional”, adverte.

“A minha missão consiste em contribuir, de forma ativa mas ponderada, para que Portugal vença os desafios do presente sem perder de vista os rumos do futuro. Foi esse o mandato para que fui eleito – e dele não me afastarei um milímetro”, promete.

A famosa cena de Sharon Stone em “Instinto Fatal”

A famosa cena de Sharon Stone em “Instinto Fatal”

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Tribuna Expresso: grandes jogos

Passados cerca de 300 dias da final de Cardiff, em que a Juventus perdeu com o Real a final da Champions, as duas equipas vão reencontrar-se – e as expectativas estão altas

Tribuna Expresso: grandes jogos

O pior pesadelo de um guarda-redes, mesmo para um como Gianluigi Buffon, é um ponta de lança letal. No fundo, é isso que Cristiano Ronaldo é.

“Diante da baliza, nunca vi alguém com o instinto assassino do Cristiano. Com um nível de claridade na hora de marcar semelhante, só o Trezeguet. Tive a sorte de jogar com o Ronaldo brasileiro, contra o Ibrahimovic, mas o Cristiano Ronaldo tem vindo a colecionar recordes e a minha plena admiração”, disse Buffon, guarda-redes histórico italiano, em entrevista à “Marca” esta segunda-feira.

Passados cerca de 300 dias da final de Cardiff, em que a Juventus perdeu com o Real a final da Champions, as duas equipas vão reencontrar-se – e as expectativas estão altas.

“Tenho uma admiração ilimitada pelo Cristiano Ronaldo, que com o tempo tem vindo a aumentar. Admiro-o porque é uma pessoa que sabe o faz e é pragmática. Nos últimos anos, mostrou ser muito inteligente. Mudou de posição, gasta menos energia que antes, mas continua a ser realmente letal”, disse Buffon ao desportivo espanhol.

Questionado sobre a derrota por 4-1 na final do ano passado, Buffon disse que o resultado não representou o que aconteceu em campo. “Ganhou a melhor equipa, mas nós não estivemos assim tão mal para a goleada que recebemos. Há momentos nos jogos em que a sorte nos sorri, mas isso não aconteceu naquele dia”, atirou.

No final do último encontro entre as duas equipas, Buffon disse também que Champions era um sonho impossível para a Juventus.

“O Real Madrid é uma equipa melhor que a Juventus. Não o digo eu, di-lo a história, os palmarés, os números e perante esses dados acredito que ganhar a Champions é um sonho muito complicado de alcançar. Podemos competir contra o Real Madrid, mas eles ao longo da sua história e nos últimos anos têm demonstrado que têm algo de especial, único”, explicou.

Referência:
anytime-football.com
noticiasdatv.uol.com.br
www.dinheirovivo.pt
www.publico.pt
tribunaexpresso.pt

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