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Tem menos de um mês para baixar o IMI em 2022

Já sabe quanto vai pagar de IMI em 2021?

Descubra qual a taxa de IMI que o seu município decidiu aplicar para 2021 e entenda se pode baixar o valor que paga.

Já sabe quanto vai pagar de IMI em 2021?

O Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) é atualizado anualmente conforme a decisão das diferentes autarquias. Para este ano de 2021, os proprietários com imóveis em 84 concelhos do país vão pagar menos de IMI comparativamente a 2020. Descubra neste artigo qual a taxa de IMI que o seu município decidiu aplicar e entenda como pode baixar o valor que paga.

O município onde se insere o seu imóvel ou terreno, teve que comunicar à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) a taxa de IMI de 2020, a cobrar em 2021. O imposto incide sobre os prédios urbanos e rústicos. No caso dos prédios urbanos, a taxa varia entre 0,30% e 0,45%. Já no caso dos prédios rústicos, a taxa fica pelos 0,80%. Em alguns casos especiais, a taxa máxima a cobrar pode chegar aos 0,50%.

IMI 2020 Braga

Assim, para conhecer a taxa aplicada ao seu município, deve consultar no Portal das Finanças as Taxas IMI por Município. Para saber quanto vai pagar de IMI em 2021, deve selecionar o ano “2020” e depois indicar o “Distrito”. De seguida, aparecem todas as taxas por cada município do distrito. Deixamos a seguir o exemplo das taxas aplicadas ao distrito de Braga:Segundo a análise feita pelo Jornal de Notícias, que cobre 96% dos municípios, “apenas oito vão aplicar o valor máximo de 0,45%. Neste lote incluem-se assim os concelhos de Alandroal, Caminha, Cartaxo, Mafra, Nazaré, Nordeste, Vila Franca do Campo e Vila Nova de Poiares”.

Desde 2015 que os municípios podem decidir atribuir um benefício fiscal às famílias com filhos em forma de dedução fixa no valor final do imposto. Contudo, o imóvel deve ser residência própria e permanente. Consulte o nosso artigo sobre IMI Familiar para saber se reúne todos os requisitos para beneficiar do desconto.

Se o seu município for um desses casos mais “generosos”, então essa dedução vai também aparecer na tabela das Taxas IMI por Município no Portal das Finanças. Para isso, deve então consultar a coluna “Dedução fixa por agregado familiar” e expandir o campo “+info” (quando aplicável)._Leia também: Com dificuldades em pagar a renda? Recorra ao Regime Excecional de Apoio

O IMI não é mais do que a taxa que incide sobre o chamado Valor Patrimonial Tributário (VPT) de um imóvel, valor este que é calculado pela Autoridade Tributária e Aduaneira. Assim, as finanças calculam o IMI com base na seguinte fórmula:

IMI = Valor Patrimonial Tributário (VPT) x Taxa aplicável

Vamos então perceber como se chegam aos coeficientes da fórmula:

O VPT resulta da seguinte expressão:

Vt = Vc x A x Ca x Cl x Cq x Cvem que:Vt = valor patrimonial tributárioVc = valor base dos prédios edificadosA = área bruta de construção mais a área excedente à área de implantaçãoCa = coeficiente de afectaçãoCl = coeficiente de localizaçãoCq = coeficiente de qualidade e confortoCv = coeficiente de vetustez

*Para perceber como são determinados, clique em cada um dos elementos para obter detalhadamente a informação que consta no código CIMI.Para conhecer o VPT do seu imóvel, basta consultar a Caderneta Predial no Portal das Finanças.

A taxa aplicável é aquela que é definida pelo município onde se localiza o imóvel e normalmente varia entre 0.3% e 0.45%, tal como já explicámos acima.Exemplo Prático

VPT do Imóvel: 200.000 euros (situado em Amares, Braga)Taxa de IMI 2021 (relativa a 2020): 0.30%Cálculo do IMI: 200.000 euros x 0.3% = 600 euros

Nota: neste cálculo pode ainda ser incluída a dedução por agregado familiar, dependendo da situação do proprietário e do município.

Sim, mas para isso terá de pedir a reavaliação do IMI junto da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT). Contudo, antes de o fazer, é essencial que perceba como é que a AT atualiza o VPT (Valor Patrimonial Tributário).

De forma resumida, a atualização do VPT é feita de três em três meses “por aplicação do coeficiente de desvalorização da moeda correspondente ao ano da última avaliação ou atualização”. Contudo, nessa atualização, não são abrangidos, por exemplo, os coeficientes de vetustez (idade do imóvel) e os coeficientes de localização e estes podem ser os elementos que baixam o valor da casa. É por essa razão que a reavaliação pode ser uma boa opção para baixar o valor da casa.

Consulte o nosso artigo “Reavaliação de IMI – Descubra se pode baixar o valor que paga.” para perceber em detalhe como funciona a reavaliação e os cuidados que deve ter.

Por fim, não se esqueça de simular antes de avançar com o pedido oficial de reavaliação. O nosso conselho é que recorra ao Simulador da DECO – Pague menos de IMI.

Agora que já sabe a taxa de IMI do seu município para este ano, não se esqueça de respeitar os prazos de pagamento. Até ao final de abril, as finanças enviam a nota de cobrança do IMI.

O IMI pode ser pago na totalidade ou em prestações. Se o valor for até 100 euros, então deve ser pago na totalidade em maio. Entre 100 e 500 euros, o pagamento pode ser feito em duas prestações, em maio e novembro. Por fim, a partir de 500 euros, o pagamento é em três prestações: maio, agosto e novembro.

_Leia também: IRS 2021 – Descubra se o seu município lhe dá algum desconto!

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Município de Cantanhede mantém taxa de IMI e isenção da Derrama

A Câmara de Cantanhede vai manter em 2022 a taxa de imposto municipal sobre imóveis (IMI) praticada este ano, bem como a isenção da derrama, anunciou o município.

Município de Cantanhede mantém taxa de IMI e isenção da Derrama

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Câmara de Almada volta a baixar IMI em 2017

O jornal da indústria da construção

Câmara de Almada volta a baixar IMI em 2017

Também no próximo ano será aplicada uma redução de 15% desta taxa para os edifícios com classificação de eficiência energética de A e A+

Pelo quarto ano consecutivo, a Câmara Municipal de Almada (CMA) vai baixar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), aplicando, em 2017, uma taxa de 0,36%, face aos 0,37%, em 2016.

 Segundo nota de imprensa enviada ao CONSTRUIR pela autarquia, em 2017 ficam isentos de IMI os prédios localizados em Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) que tenham sido objecto de acções de reabilitação, por um período de cinco anos a contar do ano, inclusive, da conclusão da reabilitação.

Beneficiam ainda de uma redução de 30% do IMI os prédios localizados em zonas delimitadas de reabilitação urbana, cujos proprietários tenham comprovado, até 30 de Setembro de 2016, realizado obras entre Outubro de 2015 e Setembro de 2016.

No mesmo documento, a autarquia refere que mantém o agravamento em 30% da taxa do IMI para os prédios degradados e as taxas triplicam para os prédios urbanos que se encontrem devolutos há mais de um ano ou que se encontrem em ruínas.

É também aplicada uma redução de 20% da taxa de IMI para os prédios habitacionais arrendados, cujos proprietários tenham feito prova do respectivo arrendamento, junto da CMA, até 30 de Junho de 2016.

Mais eficiência energética, menos IMI

De acordo com a Câmara de Almada,  ou que, em resultado de obras de construção, reconstrução, alteração, ampliação e conservação de edifícios, a classe energética seja superior, em pelo menos duas classes, face à classe energética anteriormente certificada.

Nota ainda para o facto de os edifícios sede de colectividades de cultura e recreio, as organizações não-governamentais e outro tipo de associações não lucrativas, a quem tenha sido reconhecida utilidade pública, ficarem isentos de pagar a taxa de IMI.

Os dois imóveis de Leiria receberam a maioria das candidaturas, com 29 propostas. As restantes foram distribuídas por Castelo Branco, Coimbra e Lisboa

Os concursos para atribuição de direitos de exploração de seis imóveis, lançados a 22 de Junho de 2021, no âmbito do programa Revive Natureza, encerraram a fase para apresentação de candidaturas no passado dia 19 de Novembro, tendo sido recepcionadas 45 propostas. Inicia-se, agora, o procedimento de análise das mesmas, com vista à sua adjudicação.

Foram apresentadas propostas a todos os imóveis, na qual se verifica que os imóveis com mais procura foram a Casa do Pinheiro Manso e o Chalet de S. Pedro, ambos em São Pedro de Moel e o Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo, em Vila Velha de Rodão.

Neste sentido, o antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo, Castelo Branco, recebeu oito propostas, a Casa Florestal do Sul, em Coimbra, duas candidaturas e, também, em Coimbra, a antiga sede da Administração Florestal na Figueira da Foz, outras cinco. Leiria foi a cidade que recebeu mais propostas para dois dos seus imóveis a concurso: o Chalet de São Pedro e a Casa do Pinheiro Manso, com 12 e 17 propostas, respectivamente. Por último, o Edifício Florestal da Abrigada, em Lisboa, contou apenas uma proposta.

O Fundo Revive Natureza poderá vir a conceder financiamento às entidades a quem for atribuído o direito de exploração dos imóveis, criando-se, assim, as melhores condições para a concretização dos respectivos investimentos.

Inlife é uma plataforma digital que facilita o processo de arrendamento de quartos, estúdios, apartamentos ou até residências e espaços de coliving

Para quem está a pensar arrendar uma casa ou um quarto, mas não tem disponibilidade ou tempo para sair do local onde se encontra, nem deslocar-se a outra cidade, a Inlife oferece a solução.

Criada para ajudar estudantes e profissionais a encontrar alojamento mobilado pronto a habitar, a Inlife é uma plataforma digital que facilita o processo de arrendamento de quartos, estúdios, apartamentos ou até residências e espaços de coliving, em várias cidades do país – e é possível fazer tudo por videochamada em tempo real.

Lançada em 2019, a Inlife é uma startup portuguesa inovadora na forma como olha todo o processo de procura e selecção  de uma nova casa e, recorrendo à videochamada, torna possível que os hóspedes passassem a visitar um alojamento muito antes de se mudarem de uma cidade para outra, com poupanças claras de tempo, esforço e custos no processo.

Nestas visitas, os potenciais inquilinos terão oportunidade de conhecer as condições da casa em tempo real, os futuros colegas de casa (no caso de arrendar um quarto) e, ainda, de conhecer os arredores da casa, saber como chegar à estação de metro ou autocarro mais próxima, supermercados, restaurantes e outras informações locais. Um processo simples, informal e totalmente transparente.

De acordo com Pedro Gancho, CEO da Inlife, “a plataforma da Inlife foi concebida para permitir a qualquer pessoa um processo de reserva rápido e sem burocracia envolvida, sendo o seu grande ponto de diferenciação o serviço de agendamento, gestão e realização de visitas por videochamada em directo entre inquilino e senhorio, tudo dentro da plataforma, para optimizar o tempo e eficiência do processo para ambas as partes”

E acrescenta: “Estamos muito contentes por termos introduzido este conceito pioneiro no mercado de arrendamento, porque vemos que o serviço inovador da Inlife está realmente a acrescentar muito valor a quem o utiliza. Queremos, sobretudo, oferecer às pessoas um processo de arrendamento rápido, descomplicado e transparente, que permita que façam uma escolha informada e confiante, para encontrarem a casa certa e desfrutarem de uma excelente estadia”.

A juntar às visitas por videochamada, a Inlife possui uma plataforma online simples e intuitiva, que oferece ainda mais informação a quem procura casa e que permite tornar o processo mais célere. A plataforma ajuda a encontrar o alojamento ideal, permitindo seleccionar as zonas preferenciais, o orçamento e o tipo de casa que se procura, tudo em poucos segundos.

A Inlife está actualmente presente nas cidades de Lisboa, Porto, Coimbra e Évora, com tudo a postos para entrar em Espanha e Itália já no início de 2022. A empresa conta com vários parceiros por todo o país, entre os quais a Universidade de Lisboa, Nova SBE, Universidade Católica Portuguesa, Universidade do Porto, Universidade de Coimbra, Câmara Municipal de Lisboa, entre muitas outras empresas e organizações que contam com a Inlife como a solução certa para encontrar opções de alojamento para a sua comunidade.

Os novos contratos assinados este ano abrangem a Europa, América Latina e Emirados Árabes Unidos ascendem a 220 M€, numa carteira global superior a 500M€ e representam um crescimento de 35M€ face ao período homólogo

Com actuação nas áreas da Energia, Mobilidade e Ambiente, a Efacec reforçou este ano a sua presença em vários mercados internacionais, com novos contratos assinados em 2021 acima dos 220 milhões de euros, numa carteira global superior a 500 milhões de euros. Os resultados estão alinhados com o plano de negócio delineado para este período, inclusive superando, em mais de 35 milhões de euros, o período homólogo. Para a Efacec “os projectos comprovam a competitividade da empresa e o reconhecimento da sua excelência em território nacional e além-fronteiras”, referem em comunicado.

Em Espanha a empresa está presente há mais de 20 anos de forma significativa, com uma relevante quota de mercado junto das utilities espanholas, tendo sido responsável por contratos emblemáticos com as principais operadoras. Em curso, está o fornecimento e a instalação de dois transformadores de 165 MVA e 185 MVA 132/30 kV, destinados a um parque solar que vai beneficiar 50.000 famílias com energia limpa.

Ainda no mercado espanhol, a empresa tecnológica está a executar um contrato iniciado em 2021, associado ao fornecimento de vários transformadores de potência para uma das maiores empresas na área, perfazendo um total superior a 30 milhões de euros, a ser concluído até Dezembro de 2024. “Estes contratos de longa duração reflectem o reforço da confiança nas competências da marca Efacec, assim como na capacidade de entrega de equipamentos, factor crítico para a rede de energia do mercado espanhol”, sublinha a empresa.

Em França, onde está presente há mais de 30 anos, desenvolvendo progressivamente projectos nas áreas de Aparelhagem, Transformadores, Automação, Mobilidade Eléctrica e Service, a Efacec voltou a ser escolhida por uma empresa de referência para um novo contrato de fornecimento de transformadores de potência até 2027, que contabiliza um valor na ordem dos 100 milhões de euros.

Também no negócio dos transformadores, a empresa portuguesa estabeleceu contratos no Reino Unido, Holanda, e Portugal acima dos 30 milhões de euros. Estes projectos têm vários tempos de execução, desde 2023 a 2027.Ainda na Europa, a Efacec estreou-se no mercado italiano com a execução de um contrato na área de Aparelhagem acima dos 20 milhões de euros e, em Portugal, fortalece a sua actuação no mercado da Automação com o fornecimento de sistemas de comando e protecção para a remodelação de subestações de energia. Ambos os contratos serão executados em 2022.

No âmbito da estratégia de exportação da área de Transformadores para os mercados da América Latina, onde a Efacec tem construído fortes relações com diversas utilities na Argentina, Colômbia, Chile e Panamá, a empresa portuguesa foi contratada para modernizar várias subestações da rede de distribuição até 2023.

No seguimento do recente lançamento da nova gama de soluções para mobilidade eléctrica, a Efacec reforça o seu lugar de referência no sector, com a assinatura de três novos contratos no Luxemburgo, Portugal e nos Emirados Árabes Unidos, com o fornecimento de produtos mais sustentáveis e preparados para a digitalização e indústria 4.0. Estas soluções são cruciais para um mundo mais sustentável e vão ao encontro das maiores exigências do mercado.“Todos estes projectos são um orgulho para a empresa e reforçam a nossa presença em Portugal e no mundo. Comprovam o reconhecimento do nosso know-how junto dos maiores players nas áreas da Energia, Mobilidade e Ambiente e motivam-nos a trabalhar sempre para a excelência” Michael Silva, Chief Commercial Officer da Efacec

Entre 2022 e 2024, serão investidos mais de 4,5 milhões de euros neste monumento nacional e emblemático do Alentejo

As obras de valorização e conservação do Convento de Nossa Senhora da Conceição – Museu Rainha Dona Leonor, vão arrancar no início de 2022 e tem um prazo de execução de 18 meses.

O investimento ascende a 1,7 milhões de euros e o financiamento é assegurado por fundos comunitários do Programa Operacional regional, no âmbito de candidatura apresentada ao Alentejo 2020, pela Associação Portas do Território, na sequência de uma parceria constituída entre a Direcção Regional de Cultura do Alentejo (DRCAlentejo), a Associação Portas do Território e a Câmara Municipal de Beja.

A empreitada compreende a reparação de coberturas, caixilharias exteriores e rebocos interiores e exteriores, renovação da instalação eléctrica, melhoria das condições gerais de acesso e de funcionamento.

A esta intervenção segue-se uma outra, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), num investimento complementar de mais 2,8 milhões de euros. Estas obras, que terão início no primeiro trimestre de 2023 e deverão estar concluídas no final do ano seguinte, contemplam intervenções de conservação e restauro no interior, a instalação de sistemas de climatização, iluminação e vigilância, a reabilitação do Claustro, a melhoria das condições gerais de acessibilidade, assim como a reabilitação dos terraços e a instalação de rede wifi.

Assim, nos próximos três anos, entre 2022 e 2024, serão investidos mais de 4, 5 milhões de euros neste monumento nacional e emblemático do Alentejo. O Convento de Nossa Senhora da Conceição encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1922. O Museu Regional de Beja, instalado no Convento, integra desde Dezembro de 2019 a Direcção Regional de Cultura do Alentejo.

A CUF vai investir 50M€ na construção de um hospital em Leiria, cujo funcionamento está previsto para 2025 e que irá criar mais de 300 postos de trabalho. O projecto esta já em fase de licenciamento

A CUF vai investir 50 milhões de euros na construção de um hospital em Leiria, junto ao Itinerário Complementar 2, cujo funcionamento está previsto para 2025.

A apresentação do futuro Hospital CUF Leiria, foi feita esta semana, o projecto é realizado em parceria com o grupo local Mekkin, disponibilizará “uma clínica diferenciada, equipamento e tecnologia de diagnóstico e tratamento de última geração, sendo uma unidade hospitalar capaz de responder, com qualidade e segurança, até aos casos mais complexos”, adiantou o presidente da comissão executiva da CUF, Rui Diniz. “A CUF tem vindo a apostar numa estratégia de expansão, procurando proporcionar acesso a cuidados de saúde com diferenciação e qualidade em diferentes regiões do país”, acrescentou o responsável.

A nova unidade hospitalar terá uma área de mais de 12 mil metros quadrados e irá contar com mais de 30 camas de internamento, incluindo uma Unidade de Cuidados Intermédios, três salas de bloco operatório e 34 gabinetes de consulta.

Entre a oferta disponibilizada conta-se ainda os serviços de Imagiologia, Atendimento Médico Não Programado Adultos e Pediátrico, Hospital de Dia Médico e Oncológico, contando com mais de 20 especialidades médicas e cirúrgicas.Com conclusão prevista para 2025, o Hospital CUF Leiria irá criar mais de 300 postos de trabalho, directos e indirectos, e ficará localizado na Urbanização da Quinta da Malta, local onde já a partir de 2022 irá nascer uma Clínica CUF para responder às necessidades da população com uma vasta oferta de consultas e exames.

O projecto terá uma área de influência de mais de meio milhão de habitantes da região Centro, abrangendo as zonas de Leiria, Coimbra, Torres Vedras e Santarém.

A Rede CUF conta com um milhão de clientes no país distribuídos por 19 hospitais e clínicas, implementados em Lisboa, Porto, Almada, Oeiras, Cascais, Sintra, Mafra, Torres Vedras, Santarém, Coimbra, Viseu, S. João da Madeira e Matosinhos. Com mais de sete mil colaboradores, a rede realizou dois milhões de consultas, 860 mil exames, mais de 320 mil urgências e 55 mil cirurgias, em 2020, refere a CUF.

Durante os primeiros nove meses do ano foram licenciados 13 972 obras em edifícios residenciais No mesmo período o consumo de cimento cresceu 6,6% face ao período homólogo

As obras licenciadas em edifício residenciais cresceram 12% até Setembro, para um total de perto de 14 mil obras, revelou a AICCOPN – Associação das Industriais de Construção Civil e Obras Públicas, na Síntese Estatística da Habitação, referente ao mês de Novembro.

Até ao final de Setembro, o consumo de cimento no mercado nacional totalizou 2,87 milhões de toneladas, o que corresponde a um acréscimo de 6,6%, em termos homólogos.

“Esta variação foi fortemente influenciada pelo crescimento ao nível dos fogos licenciados em construções novas que, registam um aumento de 15,3%, em termos homólogos uma vez que, no que concerne ao licenciamento das obras de reabilitação, apura-se uma variação de apenas 1,2%, também em termos homólogos”, refere a AICCOPN.

Relativamente ao crédito concedido pelas instituições financeiras para aquisição de habitação este registou, até Setembro, um crescimento de 37,8% face mesmo período de 2020, totalizando 11 157 milhões de euros.

No mês de Setembro, o valor mediano da avaliação da habitação para efeitos de crédito bancário apresenta uma valorização de 9,6% em termos homólogos, em resultado de variações de 11,0% nos apartamentos e de 4,7% nas moradias.

A associação do sector destaca nesta edição a região do Alentejo, onde o número de fogos licenciados em construções novas nos doze meses concluídos em Setembro deste ano, foi de 1.044, o que traduziu um crescimento de 9,1%, face aos 957 alojamentos licenciados nos doze meses anteriores. Destes, 5,3% são de tipologia T0 ou T1, 15,2% são de tipologia T2, 52,8% de tipologia T3 e 26,7% de tipologia T4 ou superior.

Observando ainda o mês de Setembro, em relação ao valor de avaliação bancária na habitação nesta região verificou-se uma subida homóloga de 4,6%.

A iniciativa tem lugar esta quarta-feira, dia 24 de Novembro, às 17h30, no Auditório Fernando Távora. A organização é da FAUP e da Associação Cultural Contentor e Conteúdo

O evento integra a programação do 40º aniversário da FAUP, na sua linha relativa ao olhar sobre obras e espólios de antigos docentes, e é, simultaneamente, a primeira sessão de cinco do ciclo de conferências e conversas ‘The Art of Collecting Architecture: From Drawings to Real Estate’ da Associação Contentor e Conteúdo, no qual se “pretende debater o estado da arte do coleccionismo de arquitectura no panorama internacional, desde desenhos e maquetas a edifícios de autor, com alguns coleccionadores de referência na área”.

A apresentação estará a cargo da arquitecta Susana Rosmaninho [Contentor e Conteúdo] e a moderação da conversa será assegurada pela arquitecta Ana Neiva, docente convidada da FAUP e doutorada com a tese ‘Exhibiting Portuguese Architecture. Twentieth-century Curatorial Strategies’.

Niall Hobhouse é coleccionador de arte, desenhos, esquissos e maquetes de arquitectura. Editor e autor de diversos textos e livros sobre arquitectura e curadoria, exerceu cargos em várias instituições, nomeadamente Holburne Museum, em Bath, National Museums of Liverpool, Canadian Centre for Architecture; Campaign for Museums; Sir John Soane’s Museum, entre outros. Em 2015, foi distinguido com o RIBA Honorary Fellow.

A empresa passa, assim, a ter um departamento ‘one-stop-shop’ para o sector residencial de luxo, integrando projecto, construção/remodelação e decoração de interiores

A Tecnoplano decide dar mais um passo na sua estratégia de crescimento e adquire 100% do capital da Integra Mais, passando assim a ter um departamento ‘one-stop-shop’ para o sector residencial de luxo, integrando projecto, construção/remodelação e decoração de interiores.

Com o negócio da compra e venda de casas de luxo em crescimento Portugal, tendo sido um dos segmentos imobiliários residenciais que melhor resposta deu durante a pandemia da Covid-19, a empresa considera que desta forma consegue oferecer uma melhor oferta de serviços aos seus clientes, como explica Bernardo Matos de Pinho, administrador executivo da Tecnoplano: “A aquisição de 100% do capital da Integra Mais faz parte da nossa estratégia de podermos oferecer aos nossos clientes um serviço cada vez mais 360º e chave na mão”.

Agora, e à frente desta “nova” Integra Mais está Francisca Bettencourt, assumindo funções de Gestão da Unidade de Negócio e Comerciais. Licenciada em Arquitectura pela Universidade Lusíada de Lisboa, com um PAGE da Universidade Católica Portuguesa e Curso de Avaliação Imobiliária da Escola Superior de Actividades Imobiliárias, Francisca Bettencourt conta com mais de 20 anos de experiência na Coordenação e Gestão de Projectos ‘Design & Build’ e com um “extenso portfólio” nas áreas de Habitação, Retail, Fit Out Escritórios e Imobiliária.

Para a nova directora geral da Integra Mais, este novo rumo será “uma grande mais-valia num mercado que sabemos que está a crescer em Portugal”. “Passarmos a integrar na totalidade a Tecnoplano tranquiliza-nos pois fazemos parte de um Grupo com um know-how e expertise de mais de 55 anos que nos irá certamente permitir ampliar a oferta e torná-la cada vez mais completa”, acrescenta.

De destacar, que a Integra Mais conta já com mais de 15 anos de experiência no mercado e resulta da fusão do atelier Graça Viterbo – Arquitectura de Interiores e Decoração e a Tecnoplano, que, passa agora, a deter a totalidade da empresa.

Os cerca de 13 mil módulos instalados irão permitir uma poupança energética de 13% à Renault Cacia, evitando a emissão de 1,8 mil toneladas de CO2

A Engie Hemera está a implementar na fábrica da Renault em Cacia, situada no concelho de Aveiro, o “maior sistema solar de autoconsumo fotovoltaico” em Portugal.

Com esta solução, a fábrica do Grupo Renault que produz órgãos e componentes para a indústria automóvel desde Setembro de 1981, vai passar a produzir e a consumir agora energia verde nas suas instalações, reforçando o seu compromisso com a descarbonização e sustentabilidade, a poupança de energia e a aposta estratégica de produção de energia própria.

Os cerca de 13 mil módulos instalados ocupam um terreno com uma área total de 46 mil metros quadrados, o equivalente a mais de quatro campos de futebol. Atingem uma potência instalada superior a 6 megawatt-pico (MWp), gerando, em média, uma produção energética anual de 8 GWh.

A instalação destas unidades de produção para autoconsumo (UPAC) permite uma poupança energética de 13% à Renault Cacia, reduzindo assim a sua pegada ecológica, evitando a emissão de 1,8 mil toneladas de CO2.

Para estes 13% do seu consumo, a Renault deixa de estar exposta às flutuações do preço de mercado da electricidade, durante os próximos 25 anos, numa altura em que estes preços batem recordes.

Duarte Caro de Sousa, director-geral da Engie Hemera, sublinha que “este projecto, o maior sistema de autoconsumo fotovoltaico em Portugal, permite à Renault Cacia dar um passo fundamental rumo à transição energética. A aposta permite a esta instalação fabril produzir a sua própria energia, ainda mais verde, e obter elevadas poupanças na sua factura energética”.

Por sua vez, Christophe Clement, director-geral da Renault Cacia, salienta que “este é um investimento estratégico e representa um passo importante no compromisso do Grupo Renault na descarbonização das nossas fábricas em toda a Europa, até 2030. A Engie Hemera revelou-se desde a primeira hora o parceiro ideal para este projecto ambicioso e no qual depositamos muitas esperanças, a todos os níveis”.

Estudo desenvolvido pela CBRE analisa o sector dos cuidados de saúde e residências seniores em Portugal. O investimento em activos de saúde e residências seniores é ainda reduzido, mas deverá aumentar à medida que são desenvolvidos novos projectos

De acordo com o estudo ‘Building a healthier and more thriving future’, divulgado pela consultora imobiliária CBRE, mais de um terço da população residente em Portugal em 2050 será sénior, o que equivale a um total de 3,3 milhões de pessoas (mais 1 milhão que os actuais 2,3), pelo que serão necessárias mais 55 mil camas em residências seniores, metade do que existe actualmente.

Esta é uma das principais conclusões do estudo desenvolvido pelo departamento de Research da CBRE, que analisa o sector dos cuidados de saúde e residências seniores em Portugal, destacando a atractividade destes activos para operadores e investidores.

O potencial de crescimento da procura é elevado

Portugal é actualmente o terceiro país na Europa com um maior peso de população idosa (+ 65 anos) e em 2050 será o primeiro. Consequentemente, o índice de dependência está previsto quase duplicar nos próximos 30 anos, tornando-se em 2050 o mais elevado na Europa, com uma estimativa de 63 idosos para cada 100 pessoas em idade activa.

Apesar de ser dos países com maior esperança média de vida na Europa, é também onde o número médio de anos de vida sénior saudável é menor.O elevado preço das residências seniores tem sido um dos entraves ao crescimento da oferta, mas a população está mais consciente e começa a criar complementos à reforma

O valor de uma estadia numa residência privada é elevado para o rendimento médio dos portugueses, pois inclui elevados custos de pessoal associados a um acompanhamento 24 horas e a serviços médicos, tornando-se um dos principais obstáculos ao crescimento da oferta em Portugal.

Os preços em residências privadas variam consideravelmente consoante o grau de dependência do residente, cuidados médicos necessários e serviços adicionais (como actividades de lazer, cabeleireiro, etc.). O preço base médio numa residência privada com uma gestão profissionalizada é de aproximadamente 1.200 euros, o que representa um custo muito elevado face ao valor médio das pensões de reforma, que é de 5.811 euros/ano, ou seja, 484,25 euros/ mês, em Portugal, atingindo um valor máximo de 771,25 euros/mês em Oeiras.

Contudo, a população portuguesa, nomeadamente da classe média, está hoje mais consciente deste problema e utiliza soluções particulares de poupança, incluindo o esforço de aquisição de casa, cujo valor poderá ser monetizado ou rentabilizado na velhice para suportar o pagamento dos cuidados necessários na idade maior. Importa lembrar que em Portugal 75% das casas são propriedade do próprio ocupante e a venda ou o arrendamento da mesma permitirá complementar o valor da reforma.

Por outro lado, diversos factores como a segurança, o clima e os incentivos fiscais têm contribuído para a atracção de estrangeiros reformados para Portugal, os quais, de um modo geral, têm um valor de reformas muito superiores aos dos portugueses. O aumento de estrangeiros a viver em Portugal tenderá a reflectir-se num acréscimo da oferta de residências sénior de maior qualidade e com uma maior oferta de equipamentos e serviços.

A oferta residencial destinada à população sénior é ainda escassa e pouco qualificada. No entanto, estão a surgir novos operadores com ambiciosos planos de crescimento

Em Portugal, a oferta de alojamento para a população sénior integra as Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) e é complementada pela Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e por algumas residências para idosos independentes.

Existem actualmente cerca de 100.500 camas em ERPI, das quais apenas 23% pertencem a entidades privadas com fins lucrativos. Acrescem pouco mais de 10 mil camas na RNCCI, mais de metade geridas por Misericórdias.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a oferta de camas em residências para seniores deve corresponder a 5% da população idosa. Deste modo, Portugal está actualmente com um défice de 4.500 camas e até 2050, deveriam ser criadas pelo menos mais 55.000, ou seja, metade do que existe actualmente. Tendo em conta a previsão de população acima dos 80 anos, a CBRE considera que as necessidades poderão ser muito superiores.

Para cumprir este objectivo, será necessária uma maior participação do sector privado. Diversos operadores de residências para seniores estrangeiros entraram recentemente em Portugal e têm já residências em funcionamento ou em projecto, como a Opera, a Domus Vi, a Domitys e a Clece; juntando-se a operadores portugueses como a UHub, a Amera, a BF, entre outras, também a expandir neste sector.

A CBRE tem conhecimento de mais de 20 projectos em construção ou em fase de licenciamento, compreendendo uma capacidade superior a 1.500 camas. Dada a escassez de oferta, prevê-se que possam surgir mais.

Investimento em Portugal é ainda reduzido, mas deverá aumentar à medida que são desenvolvidos novos projectosO investimento em activos de saúde e residências seniores tem verificado um crescimento expressivo em muitos países europeus. Em Portugal, há poucas evidências de transacções realizadas sobre imóveis já a gerar rendimento, destacando-se algumas aquisições por parte do fundo francês Pierval Santé e a compra do Expo Living (que integra a Residência Montepio Parque das Nações) por parte da Square Asset Management.

No entanto, a CBRE acredita que o desenvolvimento de novos projectos e a entrada e expansão de diversos operadores irá impulsionar o investimento nesta classe de activos nos próximos anos, nomeadamente através de contratos de projectos e forward finance, onde o investidor acorda a aquisição do imóvel antes do mesmo se encontrar concluído.

Sintra vai baixar o IMI para todos os munícipes

A Câmara de Sintra vai descer de 0,39% para 0,37% a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), recusando a proposta do Governo de uma redução apenas para famílias com filhos.

Sintra vai baixar o IMI para todos os munícipes

Sintra

© Wikimedia Commons/Lacobrigo

Uma das maiores câmaras municipais do país, em termos de receitas do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) recusou o plano do Governo para beneficiar os casais com filhos no pagamento deste imposto sobre imóveis.

Basílio Horta, o presidente da autarquia de Sintra, anunciou quinta-feira à noite na assembleia municipal, que em vez de reduzir 10 a 20% o IMI para os casais com filhos, como está previsto na lei, a câmara vai baixar a taxa do imposto para todos os imóveis, particulares ou de empresas.

A taxa, que este ano foi de 0,39%, desce dois pontos, para 0,37%. Em termos práticos, são dois euros a menos por cada 10 mil euros de valor de um imóvel.

Sintra é um dos concelhos do país onde há mais familias com filhos. Basílio Horta revelou que a aplicação do IMI familiar custaria aos cofres municipais “cerca de um milhão e 80 mil euros” e que a redução que será adotada “irá custar cerca de dois milhões e 700 mil de euros”. O autarca garante que há espaço para acomodar a verba.

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Basílio Horta fala sobre os custos da decisão da câmara

“É uma ajuda à classe média. É uma decisão que a Câmara pode tomar pela situação financeira em que está. É uma decisão que vai diminuir o nosso orçamento em cerca de 2,7 milhões de euros mas que é compensada com a ausência de serviço de dívida do pagamento que fizemos de de 28 milhões de euros da dívida do Polis do Cacém”, explicou em declarações à agência Lusa.

Basilio Horta fez questão de dizer que a opção da autarquia é mais justa que a do Governo. O autarca diz que é preciso ajudar todos e não apenas alguns: “o IMI familiar vai ajudar só as pessoas que têm filhos mas não ajuda as pessoas que não tem filhos e precisam de ajuda!”.

O autarca diz que a decisão de baixar o IMI é uma ajuda para todos

Depois do Porto, Sintra é a segunda das grandes câmaras em termos de receitas, a recusar a proposta do Governo.

Lisboa e Vila nova de Gaia ainda não se pronunciaram mas, esta semana, a assembleia municipal de Lisboa recusou uma recomendação dos deputados do PSD para adoção destes descontos. O assunto voltará a ser discutido em breve, por iniciativa do executivo socialista.

Entre as maiores câmaras que já aceitaram o plano estão Braga e Cascais, duas autarquias com presidentes social democratas. No caso de Braga, o desconto só será aplicado para contribuintes com pelo menos dois filhos.

Prazo para proprietários pagarem Adicional ao IMI termina hoje — DNOTICIAS.PT

Os particulares e empresas proprietários de imóveis urbanos habitacionais e de terrenos para construção abrangidos pelo Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI) têm até hoje para pagar este imposto.

Prazo para proprietários pagarem Adicional ao IMI termina hoje — DNOTICIAS.PT

Os particulares e empresas proprietários de imóveis urbanos habitacionais e de terrenos para construção abrangidos pelo Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI) têm até hoje para pagar este imposto.

Pago durante o mês de setembro, o Adicional ao IMI é calculado pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) com base no valor patrimonial tributário (VPT) dos prédios que constem das matrizes em 01 de janeiro do ano a que o imposto diz respeito.

De fora do alcance do AIMI ficam os prédios que no ano anterior tenham gozado de isenção de IMI, bem como os imóveis classificados como “comerciais, industriais ou para serviços” e “outros”.

Este ano, e segundo dados facultados à Lusa pelo Ministério das Finanças, foram enviadas notas de cobrança de AIMI a 80.452 contribuintes, sendo que 60.149 foram dirigidas a pessoas coletivas e 20.303 a pessoas singulares (particulares).

Trata-se do número mais elevado desde que o Adicional ao IMI começou a ser cobrado, em 2017, de acordo com a informação estatística disponível no Portal das Finanças.

O Adicional ao IMI contempla taxas diferentes consoante se trate de contribuintes coletivos ou particulares, sendo, no primeiro caso é aplicada uma taxa de 0,4% sobre a totalidade do valor patrimonial dos prédios urbanos habitacionais e dos terrenos para construção.

Relativamente aos particulares, existem três escalões de taxas: uma de 0,7% sobre o valor patrimonial dos imóveis que exceda os 600 mil euros; outra de 1% quando o valor ultrapassa um milhão de euros; e uma terceira de 1,5% para os valores acima dos dois milhões de euros.

Estes valores podem duplicados se se tratar de um casal e este opte pela tributação em conjunto.

De acordo com os mesmos dados do Ministério das Finanças, este ano foram chamados a pagar a taxa mais elevada de AIMI (1,5%) um total de 321 particulares.

O AIMI tem ainda uma taxa de 7,5% que abrange os prédios urbanos detidos por entidades sedeadas em ‘offshore’.

A receita do Adicional ao IMI está consignada ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS), mas em 2021, e como forma de fazer face à quebra de receitas da Segurança Social devido à pandemia, vai ser atribuída ao orçamento da previdência, tal como estipula o Orçamento do Estado para 2021 (OE2021).

Referência:
conselhosdoconsultor.com
www.noticiasaominuto.com
www.pwc.pt
www.construir.pt
www.tsf.pt
www.dnoticias.pt

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