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CORE21: Tropas brasileiras e norte

CORE21: Tropas brasileiras e norte

CORE21: Tropas brasileiras e norte

Lorena e Cachoeira Paulista (SP) – Enquanto o planejamento do Exercício CORE 21 segue no Centro de Operações da Força-Tarefa Itororó, a tropa se deslocou para o terreno. Na jornada de quinta-feira (2), os militares americanos assistiram a instruções teóricas conduzidas por militares brasileiros sobre Técnicas, Táticas e Procedimentos (TTP) em Operações Aeromóveis.

CORE21: Tropas brasileiras e norte-americanas recebem instruções teóricas sobre Operações Aeromóveis

Na sexta-feira (3), as tropas brasileira e norte-americana foram conduzidas até o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), no município de Cachoeira Paulista (SP), para treinar o embarque e desembarque das aeronaves HM-3 Cougar e HM-4 Jaguar, da Aviação do Exército. Na ocasião, os pilotos e mecânicos de voo do 1° Batalhão de Aviação do Exército explicaram procedimentos de segurança fundamentais para os militares norte-americanos, da 101ª Divisão de Assalto Aéreo (101st Airborne Division).

CORE21: Tropas brasileiras e norte-americanas recebem instruções teóricas sobre Operações Aeromóveis

CORE21: Tropas brasileiras e norte-americanas recebem instruções teóricas sobre Operações Aeromóveis

À tarde, os pelotões realizaram exercícios em pistas de progressão, como oficinas de maneabilidade, retraimento e de Combate a Localidade. Em todas as oportunidades, a interoperabilidade e a cooperação entre tropas brasileiras e norte-americanas permitiram um intercâmbio de conhecimento e incremento da capacidade operativa das tropas da Brigada Aeromóvel, que é uma Força de Prontidão (FORPRON) do Exército Brasileiro.

CORE21: Tropas brasileiras e norte-americanas recebem instruções teóricas sobre Operações Aeromóveis

Próxima semana: manobra militar em contexto de operação ofensiva

Entre os dias 6 e 16 de dezembro, ocorrerão as ações do Exercício CORE 21 (acrônimo para Combined Operations and Rotation Exercises) no campo de instrução da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). Na oportunidade, a Força-Tarefa Itororó, composta por militares da 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel) e da 101st Airborne Division, fará uma infiltração aeromóvel dentro de território inimigo simulado, num contexto de uma operação ofensiva.

CORE21: Tropas brasileiras e norte-americanas recebem instruções teóricas sobre Operações Aeromóveis

Eu sei que esses exercícios são muito bons para intercâmbio e interoperabilidade. Mas política é política e tudo pode mudar. Estava lendo hoje reportagem da Folha de SP em que 8 Senadores democratas americanos entregaram uma carta ao Presidente Biden no dia 1⁰ agora, em que acusa o governo Bolsonaro de destruir a Amazônia com desmatamento, provocar incêndios na floresta e minar a democracia no Brasil. Como o Brasil está sem Embaixador desde Julho, eles querem nomear um nome passando pelo Congresso Americano e criar o que eles chamam de ” Clear Reset” na relação entre o dois países. As coisas podem piorar muito com a esquerda americana no poder. O autor da carta é um velho Senador americano de 81 anos, assinado por mais 7 Senadores.

Ué, e estão errados, meu caro? A política destrutiva de Bolsonaro para com as florestas e povos originários precisa ser severamente punida. Até agora, os beneficiários têm sido o garimpo ilegal, grileiros, madeireiros (protegidos pelo Salles, inclusive) e outros grupos criminosos. Inclusive, facções estão cruzando as fronteiras para participar da destruição dos biomas brasileiros para participarem da farra do garimpo. E as Forças Armadas e PF quase nada podem fazer, pois os que investigam são afastados dos cargos de chefia. O aparelhamento nunca foi tão visível, e muitos como você preferem negar os fatos.

não.., chega ser cômico e hilário ao mesmo tempo, o único pais com a maior floresta do mundo , da treinamento de selva para outros exércitos que podem vir a ser inimigos no futuro ; eu não sei se isso é proposital , é vacilo , ou má fé ! .porque já é sabido que a dona (ONU) quer , quer internacionaliza-la.logo : se não tiver uma defesa de respeito com meios mais á (bomba) , ai o Brasil vai pro brejo.

Sua fala ja demonstra sua tamanha falta de conhecimento do cenário Geopolítico do século 21, se voce acha mesmo que conflitos se iniciaram com tamanha facilidade como foram no século passado é muito inocente.

Detalhes amigo o custo politico financeiro e social de um incursão ao território Brasileiro é tão auto que hoje em dia ninguém o arriscaria, nem mesmo o EUA( sendo este nosso aliado secular) nem mesmo a França mesmo com apoio de toda a união europeia ( pois foram estes que proveram palavras sobre a internacionalização da Amazônia pesquise direito antes) .

Invadir é uma coisa, guerra na selva consiste em conquista nosso pais e vasto de mais em território e população para ser conquistado pais nenhum “falira” para arriscar a conquistar uma floresta fique certo disso. 1 dia de guerra todo mundo faz quero ver aguentar 1 mês com o CIGS no seu PE atrás de todo arbusto que olhem e os PQDS caindo sobre suas cabeças.

Não sabia que o EB está treinando militares estrangeiros em todos os estágios do curso de guerra na selva.Modo irônico desligadoSinceramente, não vejo nada demais em um treinamento conjunto seja com que nação estrangeira for, além do mais, o acordo foi assinado há mais de 10 anos!Quem mais atacou e de fato boicotou o Brasil foi a França do Sr Macron, mas não vejo tal insatisfação com o mesmo.Países não tem amigos, tem interesses comuns.

Não está treinando estrangeiros em todas as fases.

Brilhante comentário, Grifon Eagle! Penso exatamente igual. Os EUA são aliados apenas dos seus próprios interesses imperiais. Esperar o que de um país cujo o dirigente mor declarou alinhamento automático com o governo estadunidense.

Se fosse um exercício com o exército russo, chinês ou mesmo iraniano você estaria exultante 😆

Russo, chinês e iraniano não são confiáveis, nisso eu concordo com você. Agora, vc acha mesmo que americano é confiável? Cai na real né? Ainda mais um país como os EUA que deseja nos tirar a nossa soberania, que é a Amazônia Verde, vc ainda achar que americano é confiável, é ser bem contraditório nisso aí.

Não existe amizade na geopolítica, o que existe são interesses, e o Brasil deve galgar para o que lhe beneficiar no tocante aos seus interesses.

Exatamente.

Exatamente frapal, tudo é interesse, não existe amizade e ninguém é confiável.

Não existe aliado apenas interesse

A curiosidade é grande em saber o quê passa na cabeça de um soldado americano, em receber instruções de combate de brasileiros e avaliações que delas fazem em termos de praticidade, considerando o longo histórico de experiência dolorosa adquirida desde a primeira e segunda guerra mundial, Coréia e Vietnã Iraque e Afegnistão., passando por escaramuças pontuais de intervenções.

Apesar de toda experiência em combate, sempre há espaço para se aprender coisas novas. E a troca é mútua. E vale sempre lembrar. Os americanos sempre foram nossos aliados e vice versa. Nossas Forças Armadas possuem excelente relacionamento entre si.

Definitivamente os EUA não são nossos inimigos.

Discordo Padilha, os EUA são os nossos inimigos sim, e eles estão agindo de forma muito estratégica ao adentrarem em nosso território para conhecer melhor o inimigo. É assim que se joga na arte da guerra, vc conhecer muito bem o inimigo para vencê-lo.Quem é que tanto almeja a nossa Amazônia? Quem nos desrespeita sempre, querendo tirar de nós a nossa soberania? Quem é que é favorável ao projeto ambicioso da ”Internacionalização da Amazônia” e da criação do ”Corredor Triplo A”?? EUA. Isso pq eu nem citei a Europa, porque os europeus também são loucos pela nossa Amazônia, além de abraçarem a causa da ”Internacionalização da Amazônia” e da criação do ”Corredor Triplo A”.Os nossos inimigos estão bem no nosso nariz aqui no ocidente, as Guianas por exemplo, são a ”ponta de lança” da Europa aqui na América do Sul, pois é dali que eles nos espionam e coletam informações também.

Um Brasil forte economicamente e militarmente é incompatível com os interesses dos EUA, logo, eu não acho viável a troca de experiências em treinamento militar conjunto do Brasil com os EUA, pois eu tenho certeza que os americanos não vieram pra cá apenas para fazer um treinamento militar, tem coisa por trás disso aí.

Um Brasil forte na economia e no militarismo, é uma pedra no sapato dos EUA, é tudo o que eles não querem. Jamais enxergarei os americanos como ”aliados”, mas sim como inimigos, ainda mais um país que tanto almeja nos tirar a nossa Amazônia.

Portanto, eu discordo 100% que os EUA sejam nossos ”aliados”.

Toda essa cantilena oriunda do centro acadêmico é para tentar justificar uma aliança com Rússia e China, especialmente aquela bobagem de BRICS?

Só faltou dizer que o Brasil tem que comprar o Pantsyr…kkkkk

Bobagem de BRICS? O que vem salvando a nossa economia é o BRICS, e não EUA e Europa como muitos pensam. O BRICS é um bloco econômico e no tocante à economia, a China é quem mais compra de nós aqui no Brasil, sem contar as parcerias comerciais feitas com a Índia.

Eu odeio a China, não gosto nem um pouco da política da China, aquele partido comunista chinês assassino, mas isso não é problema meu, eu me preocupo é com os interesses do meu país, o Brasil.Em termos de alianças militares com a China, eu não concordo, já com a Rússia não seria nada mal fazer parcerias estratégicas e militares, a Rússia é um país que tem um excelente exército e o Brasil também teria a ganhar. No tocante a economia, o Brasil não ganharia nada com a Rússia, mas no tocante à parcerias estratégicas e militares, com certeza nós ganharíamos.

Isso não é oriundo de centro acadêmico, pois se fosse eu estaria pregando ideologias políticas aqui, o que é inviável. Eu sou bem pragmático, eu jogo em favor do meu país. E quanto a comprar o Pantsir, isso aí quem vai decidir é o Comando do Exército, pois eu não sei se é isso o que o EB quer, mas o que sabemos até agora é que o EB deseja fazer uma aquisição de um sistema de defesa antiaérea de médio alcance, não sabemos qual, ainda está em análise, e provavelmente não será o Pantsir.

O fato de eu querer que o Brasil estreite suas relações com a Rússia, não significa que tenhamos que deixar os EUA de lado, pois nós temos relações também com os EUA, o diálogo continua, tudo com diplomacia, mas temos que visar os interesses do nosso país e o que é melhor para o nosso país.

Devemos manter as relações econômicas com a China, mas sempre com equilíbrio, não a ponto de ”cair no colo da China”, de vender terras brasileiras pra China, de dar tudo pra China, de aceitar a tecnologia 5G da Huawei, sendo que o Brasil tem capacidade para desenvolver a sua.Assim como também devemos manter as relações com os EUA, mas sempre com pulso firme e dizendo ”não” àquilo que não nos for benéfico.Porém, o Brasil deve buscar outros caminhos também na política externa, e no momento o ideal é estreitar relações com a Rússia e também parcerias comerciais com países árabes desenvolvidos, como Bahrein, Catar, Arábia Saudita, Emirados Árabes… Tudo deve ser com pragmatismo no que for benéfico para nós.

Eu não vejo com bons olhos exercícios militares com os EUA, porque os EUA querem e desejam tirar o que é nosso, que é a nossa Amazônia, e para isso a estratégia dele é conhecer bem o adversário, que é o que ele está fazendo.

Quanta bobagem….

Pois é, já viu isso? Gente que não valoriza o nosso país, a nossa nação, e ainda lambe botas de outros países como EUA, lamentável!!

PrezadoIntercâmbio sempre é ganho de conhecimento pra todos.Os EUA, e seus aliados, tem grande respeito pelo Brasil, pois as guerras q perderam foram na estabilização/pacificação, q é quando sempre fazemos bem, principalmente por fazermos normalmente em nosso país, com Regras de Engajamento muito mais restritas.

Nós também fazemos intercâmbio com tropas de selva, mesmo sendo nós considerados os melhores.

Sim, intercâmbio é muito bom, mas não com países que nos hostilizam no tocante à nossa soberania, a gente pensa que os EUA estão nos ajudando, o que na verdade estão nos dominando!!!

Nunca vou dar crédito algum para um país que deseja nos tirar a nossa Amazônia, uma parte do nosso território por direito, jamais olharei com bons olhos os americanos.

O Brasil deve atuar com pragmatismo na sua política externa.

Isso ter um feedback de uma força experiente que atua na sua mesma aera porem que tem doutrinas um pouco diferentes vai contribuir e muito para a melhora dos nosso PQDs e ate mesmo para sabermos que materiais adquirirmos parasanar as deficiências

Isso tem nome, se chama interoperabilidade!E é isso que os soldados do 5° BIL e da 101st Airborne Division estão focados, trocas de conhecimentos, experiências e procedimentos.

Não vejo isso com bons olhos, porquê o EB não treina também com o exército russo? O exército russo é excelente também, com certeza eles aprenderiam conosco e nós com eles.

Se fosse um e exercício com uma tropa Chinesa ou Spetnaz Russo tu ia ter um orgasmo,mas como é com “usamericanu malvadu” tu acha que vão nos invadir.Tchê, para com essa cantilhena xexelenta, vai carpi uma roça, vai rachar uma lenha, vai lavar uma louça e para torrar a paciência da gente.Lê o texodos M109 A 5 aqui no DAN. Sabe quanto pagamos??????ZERO, só a mobilização e transporte, coisa do “grande sata”.

Não adianta vc vir com ironias vazias e deboches. Quanto à China, o Brasil tem parcerias econômicas e comerciais apenas, mas não militares. Já na Rússia o Brasil busca estreitar as relações, pois sabe que no momento será viável para o nosso país fazer parceria estratégica e militar também com a Rússia, não vejo nada demais nisso.Com a China eu não faria, não acharia legal o Brasil fazer parceria militar com a China, mas com a Rússia, com certeza seria interessante.

M109A5+BR modernizados, você se engana se pensa que não ”pagamos nada”, nada é de graça, ainda mais dos EUA, se eles fizeram isso, é porque vão querer algo em troca, pois nada é de graça.Os obuseiros autopropulsados M109 são muito bons, estão modernizados e perdurarão em operação até 2040.

Quanto aos exercícios militares com os EUA, vc critica os russos, mas não critica os americanos, o que na realidade vc deveria criticar os dois, pois ninguém é confiável.Quem é que quer nos tirar a Amazônia? É a Rússia? Não. É os EUA. Logo, eu jamais verei os americanos com bons olhos, pois eles estando aqui, só nos espionarão com muito mais detalhes e enviarão informações ao Pentágono com maior ênfase. Os militares do exército norte-americano não vieram aqui apenas para ”treinar”.

Tem muita gente aí precisando entender um pouco mais de geopolítica. Ok?

Também acho.

Grifon, talvez esteja faltando a oportunidade, você poderia fazer essa ponte entre o exército BR e Russo, comece questionando o setor de comunicação das forças armadas e por favor nos trago uma luz sobre por que ambos países ainda não treinam. Falando em Rússia, pessoal da Ucrânia tá bem preocupado com a concentração das tropas de putin na fronteira da Ucrânia, no mínimo estranho, pessoal da Criméia que o diga.

Sim, concordo que esteja faltando uma oportunidade. Recentemente na semana passada, o Putin convidou o presidente do Brasil para fazer uma visita à Rússia, e o Bolsonaro aceitou e vai no próximo ano em Fevereiro. Será muito bom para o Brasil poder estreitar as relações com a Rússia também, mas sempre mantendo o diálogo com diplomacia nos outros países como EUA, Europa… O Brasil deve visar o que é melhor para os nossos interesses, o que for mais vantajoso para o nosso país.

E quanto as tensões que ocorrem entre a Rússia e a Ucrânia, isso não é problema nosso, é problema deles, o Brasil não tem que se meter com isso.Quanto ao treinamento militar em conjunto com o exército russo, tudo isso tem que ser planejado e estudado, não é marcar e treinar e pronto, isto inclui uma complexidade, pois até mesmo o local de treinamento além do terreno é avaliado. Tudo deve ser planejado com antecedência, e analisado o que será viável para os dois países. A meu ver o Brasil ganharia fazendo parcerias estratégicas e militares também com a Rússia.

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Referência

CORE21: Tropas brasileiras e norte
www.defesaaereanaval.com.br

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